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O bom e velho e-mail continua sendo uma das principais estratégias de marketing para as empresas. É o que revela uma pesquisa realizada pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação - CETIC.br, publicada na revista Webdesign. Segundo o estudo, dentre as principais atividades relacionadas à comunicação na internet, 78% dos entrevistados apontaram a troca de e-mails como a mais comum.
Mesmo que sites de relacionamento estejam em alta, estes são usados mais para mensagens e relacionamentos pessoais. Para uso profissional e comercial, o e-mail ainda é a alternativa mais viável e utilizada. Por isso, o e-mail marketing assume um papel estratégico no planejamento de comunicação das empresas. No entanto, muitos usuários de Internet reclamam de receber tantos e-mails, acham “invasivo”, entram em blogs e fóruns de discussão e o confundem com o spam (mensagem eletrônica não solicitada, enviada em massa). “Isso não aconteceria se todas as empresas trabalhassem eticamente. E por todo este trabalho não profissional, os provedores acabam criando novas e novas regras, sempre com o propósito de barrar e-mails marketing indesejados. Para que o mercado (contatos e provedores) se adéque a algumas normas do e-mail marketing é preciso, primeiro, que as empresas passem a trabalhar dentro dessas normas”, destaca o diretor da AllDreams, empresa especializada em marketing digital, Jorge Demetrio.
Para que sejam evitados os spams, atualmente existem ferramentas adequadas de e-mail marketing que visam o envio correto e garantem a autenticidade das mensagens ao público-alvo da empresa.
E, claro, não basta apenas enviar: é preciso saber o sucesso da campanha de e-mail marketing, medir o retorno e identificar se algo precisa ser melhorado ou corrigido. “Essa segurança às empresas só é possível garantir através de bons softwares de mensuração de campanhas de e-mail marketing. Assim, analisamos as métricas da campanha: quantos abriram, quais os links mais clicados etc.”, afirma Demetrio.
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